quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Zé Leão é o melhor vereador de 2014, segundo Megha Publicidade e Marketing




Pela nova vez, a pesquisa de opinião pública promovida pela Megha Publicidade e Marketing, empresa promotora do Destaque do Ano, indicou José Leão Batista de Amorim (PPS) como vereador destaque do ano de 2014.

“Agradeço mais uma vez a todos os grajauense que pela nona vez, me concederam o título de
destaque do ano a este vereador que trabalha para o povo. Sinto-me honrado e cada vez comprometido com minha missão que é lutar por todos, especialmente os necessitados”.

O título foi entregue na noite do dia 9 de janeiro de 2015, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Grajaú.

Nos 10 anos de mandato, Zé Leão deixou de ser indicado no ano de 2011, quando ganhou o Destaque do Ano o ex-vereador Clesiomar Viana.

“Esse título veio apenas confirmar o trabalho que venho desenvolvendo pelo crescimento do município e de Grajaú, portanto, fico cada vez mais entusiasmado para continuar servido meu povo. Conto com o apoio de todos em 2016”, confirmou.


Indicações
Após ser homenageado como vereador destaque de 2014, o parlamentar foi atendido pelo prefeito municipal Júnior de Sousa Otsuka com duas indicações: melhoramento das ruas do bairro Expoagra e recuperação da pista direita sentido Canoeiro na BR-226, próximo a Delegacia de Polícia de Grajaú.

“Vai perder o melhor carnaval do Maranhão?”. Barra do Corda divulga programação




Com o tema “Vai perder o melhor carnaval do Maranhão?”, a cidade de Barra do Corda mais uma vez mostra ousadia ao divulgar a programação de um dos maiores carnavais do Maranhão.

Costuma-se dizer que em Barra do Corda há três carnavais. Durante o dia, a folia está nos balneários do rio Corda: Desde a Pousada do Rio Corda, passando pelo Mete-Mete, Litorio até o balneário Guajajara, também conhecido como Ponta da Ilha.

À tarde, nas ruas do centro histórico de Barra do Corda e na praça Melo Uchoa, vários blocos de sujos se apresentam como o Porca Abusada, Cachacinhas, Galinha Morta e Não é da sua conta. Há blocos que saem à meia-noite, é o caso dos Capelobos.

No espaço cultural do bairro Tresidela, onde cabem 25 mil pessoas, acontece durante todas as noites apresentações carnavalescas de bandas de renome nacional como a baiana Chicabana, que está programada para terça-feira à noite. Também há espaços para bandas da cidade.

Veja a programação abaixo distribuída pela prefeitura de Barra do Corda com a programação das bandas, que vão tocar à noite no espaço cultural da Tresidela:



Agência do Bradesco de Grajaú deve inaugurar novas instalações em fevereiro



Previsto para ser inaugurada no próximo dia 15 de fevereiro, a nova agência ampliada do Bradesco de Grajaú tem 360 metros quadrados, além da sala de autoatendimento.

Segundo o gerente administrativo Franklin Rego de Souza, que atualmente responde como gerente geral, a ampliação da agência era uma necessidade, além de ser uma cobrança da população, como também um sonho desta gerência. “Eu e a Nilza lutamos muito para conseguir essa ampliação junto à direção geral do banco, conseguimos graças à cobrança dos clientes por melhoras”.

Franklin diz que a ampliação irá trazer ganhos na qualidade do atendimento do cliente e do trabalho dos bancários. “Durante os dias de pagamento dos aposentados e servidores públicos o clamor do povo era mais forte por uma reforma urgente do banco, agora essa situação irá mudar”, aposta.

De oito máquinas de autoatendimento, a agência agora conta com 11, além dos postos do Bradesco Express no Supermercado Nascimento (Rodoviária), Loja Belo Lar (Centro) e Comercial Leal (Expoagra) e das máquinas instaladas no prédio do Itamar Guará e na Prefeitura Municipal.

Outra novidade será a segmentação de negócios para atendimento de pessoas físicas e jurídicas. “Teremos além dos gerentes geral e administrativo, os gerentes para atender pessoa físicas jurídicas”.

Reportagem
Por fim, o gerente revelou que tudo começou com uma reportagem do Jornal Grajaú de Fato, quando o vereador Zé Leão convidava o povo para quebrar a agência.

Na reportagem de 27 de setembro de 2013, “vereadores cobram qualidade no atendimento da agência do Bradesco de Grajaú”. Zé Leão foi ousado ao dizer, “Vamos fazer um quebra-quebra na agência, assim o problema será resolvido e eles irão respeitar o povo”, disse o vereador.

LEIA TAMBÉM: Vereadores cobram qualidade no atendimento da agência do Bradesco em Grajaú





Centro oncológico que funcionou em prédio residencial do ex-candidato Lobão Filho será desativado



Funcionando há cinco meses em um prédio da Difusora Incorporações, empresa da Família do ex-candidato ao Governo do Estado, Lobão Filho, o Centro Ambulatorial de Atenção à Saúde do Paciente Oncológico, localizado no bairro Turu, em São Luís, será desativado. A partir de agora, serviços nutricionistas, psicológicos, mastologistas, proctologistas, dentre outros, serão ofertados no
Hospital do Câncer que fica na Madre Deus. O centro atualmente atende 150 pacientes.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES) a transferência dos serviços do centro para o Hospital do Câncer ocorrerá em 20 dias. Em nota, a SES informou ainda que a desativação ocorrerá devido à decisão da 4ª Vara da Fazenda Pública, que determinou a suspensão do pagamento do aluguel do prédio onde está localizado o centro ambulatorial.

Denúncias
Em 2014, o Governo do Maranhão foi alvo de acusações e denúncias de que eram pagos R$ 30 mil por mês pelo aluguel do prédio sem que nada funcionasse ali. Após ser veiculado na imprensa nacional, o prédio passou por uma reforma e logo em seguida (setembro) foi instalado o Centro Ambulatorial de Atenção à Saúde do Paciente Oncológico. Durante a campanha eleitoral, o hoje governador Flávio Dino fez diversas acusações sobre o prédio pertencer à família de Lobão e receber recursos do Governo do Estado sem nada funcionar no local. Dino também fez duras críticas à estrutura residencial do prédio que, segundo ele, não era adequada para o atendimento de pacientes com câncer.

Assistir a um programa burro como o Big Brother deixa você mais burro — diz a Ciência



Você não precisa ser muito esperto para saber que o Big Brother é um lixo. Entre as piores desculpas para assistir o programa, uma delas é que ele é “desestressante” e “inofensivo” (qualquer coisa com Pedro Bial declamando poema não pode ser descrita dessa maneira, mas vamos adiante).

Bem, não é inofensivo. Ao contrário. É emburrecedor cientificamente falando.

Um estudo conduzido por Markus Appel, professor associado da Universidade de Linz, na Áustria, concluiu que quando as pessoas não pensam criticamente sobre o que estão consumindo numa mídia correm o risco de “assimilar características mentais expostase”.

Em outras palavras, a estupidez de participantes e apresentadores de absurdos como o BBB é danosa à saúde, ainda que temporariamente.

“Não é como uma doença que você pode ter por um longo tempo. Nós não estamos dizendo que você será prejudicado um dia depois de ler um livro estúpido ou ver um programa de TV ruim”, disse Appel. “Mas a pesquisa mostrou que o desempenho em testes de conhecimento é prejudicado por esse tipo de coisa”.

Num experimento com 81 pessoas, Appel pediu a diferentes grupos que lessem um roteiro que contava o caso de Meier, um hooligan alcoólatra e intelectualmente debilitado. Metade recebeu a instrução de pensar de maneira diferente do protagonista, enquanto a outra metade não teve instrução nenhuma antes de ler.

Em seguida, todos fizeram um teste. O grupo que fez uma leitura crítica se saiu muito melhor — um processo que Appel considera ser responsável por manter longe do efeito contagioso da imbecilidade. Conhecimento geral não é o mesmo que QI, é claro. Mas os resultados, de acordo com Appel, “ajudam a reforçar a tese de que as pessoas são influenciadas de maneira sutil, mas significativamente, por produtos de baixa qualidade”.

Bella, uma bailarina do BBB 14, parecia ter alguma consciência do nível de indigência da atração criada pelo hoje milionário John De Mol. Há algumas semanas, foi flagrada pela TV numa dúvida. “Será que as pessoas ‘faz’ isso mesmo, ‘compra’ [o pacote para ver o BBB]? Tem mais o que fazer, não, que ficar vendo umas conversa ‘troncha’ (sic) que nem essa…”

Inteligente essa Bella.

Do DCM

3 a cada mil brasileiros entre 12 e 18 anos morrem antes dos 19. Das cinco capitais mais violentas do Brasil, quatro estão no Nordeste



O índice de jovens brasileiros entre 12 e 18 anos que não chegarão aos 19 é de 3,32 para cada mil. A taxa é de 2012 e é a pior desde 2005 - o aumento em relação a 2011 foi de 17%. A tendência é que, de lá para cá, a situação tenha se agravado.

Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira, 28, pelos órgãos que formulam o Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens: a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês), o Observatório das Favelas e o Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Segundo o estudo, que só vai até 2012, mais de 42 mil adolescentes nessa faixa poderão ser vítimas de homicídio nas cidades com mais de 100 mil habitantes até 2019. A região mais perigosa é a Nordeste, com índice de 5,97 para cada mil jovens. O Sudeste aparece com os melhores resultados, 2,25.

A possibilidade de um jovem negro ser assinado é 2,96 vezes maior do que a de um branco. Os meninos correm risco 11,92 vezes superior ao das meninas.

Entre as capitais, as cinco mais violentas para os adolescentes são: Fortaleza, Maceió, Salvador, João Pessoa e Belém. São Paulo tem índice de 1,62 (em cada mil) e o Rio, 2,06.

Frase do Dia: Como acreditar em quem nos diz uma coisa hoje e faz o contrário amanhã?



Como acreditar em quem nos diz uma coisa hoje e faz o contrário amanhã? - questionamento do jornalista Ricardo Noblat sobre as ações da presidente Dilma Rousseff, em relação às conquistas dos trabalhadores.

Na defensiva, em discurso para os seus 39 ministros ontem (27) a presidente disse o seguinte: Reajam aos boatos. Levem a posição do governo à opinião pública. Não podemos permitir que a falsa versão se alastre. Por exemplo, quando dizem que vamos acabar com as conquistas históricas dos trabalhadores, respondam em alto e bom som: "não é verdade, os benefícios são intocáveis.


Presidente Dilma Rousseff, em discurso aos seus 39 ministros


Nascer em bairro pobre ‘prejudica ascensão social por décadas’


Na hora de determinar nosso destino econômico, poucas coisas importam tanto como o bairro em que nascemos e crescemos.

Todos sabemos que viver em uma região mais pobre reduz as possibilidades materiais de seus habitantes. Por isso, muitos sonham ir para uma parte mais afluente da cidade onde vivem.

Mas um estudo recente dos pesquisadores americanos Douglas Massey, da Universidade de Princeton, e Jonathan Rothwell, do Instituto Brookings, vai além: traz novas evidências de que simplesmente se mudar de um bairro precário para um melhor não é suficiente.

De acordo com a pesquisa, o local específico da cidade onde uma pessoa passa os primeiros 16 anos de sua vida é determinante na renda que ela terá muitas décadas depois, mesmo que mude seu local de residência diversas vezes.

A conclusão é uma má notícia para os que acreditam na possibilidade de ascensão e mobilidade social. E pode fornecer mais argumentos às discussões sobre propostas polêmicas de vários países, incluindo alguns latino-americanos, de levar habitantes de bairros pobres para viver em regiões mais ricas das cidades.


“O bairro é o ponto crítico onde se bloqueiam as aspirações das pessoas para subir na vida”, disse Massey à BBC.

Para ele, as experiências vividas no local de nascimento também são uma herança da qual é difícil escapar.

“Os bairros pobres tendem a ter taxas mais altas de desordem social, crime e violência. As pesquisas mostram cada vez mais que a exposição a este tipo de violência não tem somente efeitos de curto prazo, mas também de longo prazo na saúde e na capacidade cognitiva de seus habitantes”, afirma o pesquisador.

“Esses efeitos não se apagam quando as pessoas crescem.”

A vida nos bairros mais carentes implica frequentar escolas de má qualidade, ficar mais longe das oportunidades de trabalho e mais perto dos focos de violência de nossas cidades.

Segundo o estudo de Massey e Rothwell, um americano deixa de ganhar, em média, cerca de US$ 900 mil, ao longo de sua vida se vive em um bairro pobre, comparado com o que recebe uma pessoa de um bairro de classe alta.

Segundo os pesquisadores, a tendência é que esse valor aumente.

“À medida em que a distribuição de renda fica mais desigual, ocorre o mesmo com a distribuição dos bairros. A concentração da riqueza e da pobreza aumentou. Os bairros pobres se tornaram mais pobres e ficou mais difícil escapar do status socioeconômico da pobreza”, afirma Massey.

Mas qual seria a solução para evitar que nascer em determinado bairro se transforme em uma sentença?

Massey acredita que é importante acabar com a segregação por bairros, a mesma que faz com que a vida de cidadãos de diferentes classes econômicas acabem tomando direções opostas em suas vidas.

O pesquisador recomenda “ajudar as pessoas a se mudar de regiões de muita pobreza para áreas de classe média e alta, onde tenham acesso às vantagens que as comunidades mais abastadas oferecem”.

Ele sugere construir moradias públicas subsidiadas em bairros mais ricos para que os pobres possam sair dos bairros marginalizados das cidades.

Oferecer aos jovens de classes sociais mais baixas a oportunidade de começar suas vidas em regiões mais ricas, diz Massey, pode ter um grande impacto positivo em suas trajetórias de vida.

Esse é um dos argumentos usados em capitais europeias como Londres, onde, após a Segunda Guerra Mundial, foram construídos conjuntos habitacionais estatais subsidiados em meio aos bairros mais ricos da cidade – que ainda existem.

Nos últimos meses, a proposta do prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, de um programa piloto para levar habitantes pobres para viver em um conjunto de edifícios de um bairro rico causou polêmica na Colômbia.

A ideia foi chamada por opositores de medida populista e classificada como uso pouco eficiente de recursos públicos escassos. Eles afirmam que estes recursos deveriam ser usados para melhorar as condições dos bairros pobres onde vive a maioria dos habitantes da capital colombiana.

O estudo de Massey e Rothwell se baseou em informações sobre bairros nos Estados Unidos, mas Massey insiste que os resultados encontrados na pesquisa se aplicam a qualquer outro país onde há altos níveis de segregação por causa de classe social.

“É um fenômeno que se observa frequentemente na América Latina”, afirma.

No entanto, a conclusão da pesquisa causou mais surpresa nos Estados Unidos.

“Os americanos não gostam de admitir, mas a classe social está se tornando uma prisão para as pessoas porque os bairros determinam nossa sorte. Nossa taxa de mobilidade social está ficando para trás em relação à de outros países industrializados”, explica Massey.

“Nos Estados Unidos gostamos de pensar que qualquer pessoa pode ir para onde quiser com base apenas em seus talentos e habilidades. Mas isso é cada vez menos o que acontece. O talento e a habilidade se contraem quando as pessoas estão presas em ambientes segregados.”


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fotógrafo mostra em vídeo processo de ‘plástica facial’ em Ronaldinho Gaúcho



Um fotógrafo teve a ideia de modificar os rostos de alguns jogadores e ex-atletas de futebol. Entre os escolhidos está o meia Ronaldinho Gaúcho, que teve diversas modificações na face alteradas pelo photoshop. O resultado é surpreendente.



Outro jogador que passou pelo mesmo processo foi o francês Ribéry, que tem uma grande cicatriz no rosto por causa de um acidente de carro.



Promotor Dr. Carlos Róstão coordena Operação Encarrilha em evento que atrai cerca de 10 mil pessoas em Carolina




Projeto que teve início em Grajaú em dezembro de 2011, a Operação Encarrilha, com o promotor de justiça Dr. Carlos Róstão Martins Freitas, foi executada pela segunda vez no município de Carolina, onde Róstão hoje responde pelo Ministério Público do Maranhão.

A operação foi realizada na última semana durante o Enduro do Cerrado, evento de motociclismo que ocorre há mais de 15 anos em Carolina. O trabalho foi realizado em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil do Maranhão e Polícia Civil de Tocantins.

O objetivo foi promover ações preventivas e garantir a segurança dos participantes e da população. Um grande contingente de policiais foi mobilizado para atuar no município durante o evento. Blitz foram montadas nas três entradas do município.

Segundo o promotor Carlos Róstão, que coordenou a operação, a cidade de 25 mil habitantes recebe durante o enduro aproximadamente 10 mil visitantes. Denúncias de roubos, depredação do patrimônio, poluição sonora e brigas eram constantes nas edições anteriores.

"Não tivemos o objetivo de acabar com a festa. A nossa finalidade foi disciplinar a conduta dos cidadãos durante o evento, de acordo com as normas legais", afirmou o promotor.



Números da operação
De acordo com dados da Polícia Militar, foram fiscalizados 1078 veículos e 1577 pessoas, sete veículos foram apreendidos, quatro detectados com adulteração de identificação ou com ocorrência de furto ou roubo. Foram, ainda, retidos 20 veículos e recolhidos seis documentos. Os órgãos realizaram também quatro autos de prisão em flagrante e um cumprimento de Mandado de Prisão.



Artigo: Em matéria de asfaltamento, a nossa saúde pública vai muito bem, obrigado!

FÚLVIO COSTA
Virou um verdadeiro samba do crioulo doido o imbróglio por que passa a saúde pública grajauense. Vejam só a que ponto chegamos: com três hospitais e apenas um referencial em medicina materno infantil, estando este de portas fechadas para o público que necessita dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), a população é obrigada a engolir as vontades do secretário de saúde Marquinho Jorge, cujas intenções tem por detrás o prefeito Júnior de Sousa Otsuka.

A equação é fácil de entender. Não tendo um hospital municipal em Grajaú, os serviços e recursos do SUS automaticamente devem ser remanejados para a unidade filantrópica da cidade, ou seja, o São Francisco. Não tendo este, aí sim é a vez do privado. O nobre secretário de saúde faz o contrário, distante do controle que o interessa na administração do São Francisco, só lhe resta enviar os recursos para o hospital da família: o Santa Neusa.

Mas por qual motivo? Porque no Hospital Santa Neusa ele tem controle, pode enviar os recursos da forma que bem entender sem que tenha uma Sociedade São Camilo atordoando a sua vida e a da Prefeitura Municipal de Grajaú. Isso por que não é interessante para a administração pública municipal ficar nas mãos do São Francisco no que diz respeito a repasses e prestação de contas. Trocando em miúdos, não tem como fazer o que se quer tendo de prestar contas.

O problema é sério e o povo grajauense ainda não se deu conta da real situação. É uma questão que perpassa picuinhas políticas, mas que tem como cerne interesses particulares. Um exemplo a se destacar é o Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC), recursos liberados pelo Governo Federal dentro do Programa de Reestruturação e Contratualização dos hospitais filantrópicos no SUS. Trata-se de recursos exclusivos destinados a 650 hospitais filantrópicos e santas casas espalhadas pelo Brasil, proporcionalmente aos atendimentos que realizam, entre elas o São Francisco, de Grajaú.

Ora, se cada hospital recebe proporcionalmente pelos trabalhos que realizam, a Secretaria Municipal de Saúde não tem nada que mexer no dinheiro. Mas não foi o que aconteceu. O valor de pouco mais de R$ 133 mil, dividido em três parcelas, destinado ao São Francisco em dezembro de 2013, simplesmente sumiu da conta da Prefeitura de Grajaú para o bolso de alguém, não se sabe até hoje de quem e não há quem dê notícia. O Conselho Municipal de Saúde de Grajaú, entidade que deveria “abrir o bocão” sobre esse desmando, fica caladinho e nada diz a respeito.

                                                                                                                                         A conta
Como no Brasil tudo é feito conforme o soprar do vento, quem é punido nessa história toda é o povo que fica sem os serviços. Lembrando que ficar sem os serviços, só para ficar em um exemplo, quer dizer pagar de R$ 2 a 2,5 mil por um parto cesário. É por que o Hospital São Francisco gosta de ganhar dinheiro? Não, é porque ainda não se descobriu como viver de milagres. O artigo 2º da portaria do Ministério da Saúde é claro a respeito de sumiço de repasses como esse. “Em caso de atraso ou interrupção do repasse dos recursos do Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC) por parte do Gestor local do SUS para os estabelecimentos de saúde listados no anexo a esta Portaria, o Ministério da Saúde suspenderá a transferência desses valores ao Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade dos Estados e Municípios, fazendo também o desconto dos valores eventualmente não repassados em competências anteriores”, alerta.

O secretário Marquinho Jorge, no entanto, parece não se importar. No dia 12 de janeiro, mesmo dia em que fechou a maternidade, ele simplesmente disse à imprensa presente em coletiva convocada por ele que, para passar o dinheiro que pertence ao único hospital filantrópico de Grajaú, primeiro precisa ver serviço, indo, portanto, totalmente contra as leis vigentes e impondo um poder que emana do seu ego.

É por isso que o povo de Grajaú precisa acordar e reivindicar seus direitos. Foi o dinheiro de cada cidadão que sumiu há um ano e a população desde então fica calada sofrendo as consequências. Onde estão os acadêmicos da UFMA, da UEMA? E os intelectuais de Grajaú? Ou as pessoas que mais precisam dos serviços do SUS? A força do povo é mais do que necessária nesse momento de tensão que vive a saúde pública grajauense. Se não houver união e organização agora, estaremos dando o aval para que a impunidade continue a reinar. O bispo da Diocese de Grajaú, Dom Franco Cuter, tomou a frente do problema e tenta junto ao Governo do Estado do Maranhão mudar essa situação, papel este que deveria ser feito pelo povo. O asfaltamento que muda as nossas ruas é bom e importante, mas a saúde é mais. Não fiquemos cegos à realidade que nos cerca. Em matéria de asfaltamento, a nossa saúde pública vai muito bem, obrigado!

Jornalista por formação - MTB/DF 8.674.







Flávio Dino lança Plano Emergencial de melhoria dos indicadores sociais dos 30 municípios com o menor IDHM do Maranhão



Cerca de 30 prefeitos do interior do Maranhão se reuniram ontem (26) com o governador Flávio Dino. O grupo trata-se dos gestores dos municípios com os mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano Municipais (IDHM) do Estado, entre os municípios, os vizinhos Arame, Jenipapo dos Vieiras e Fernando Falcão. Além de prefeitos, participaram também alguns secretários municipais.

No encontro Flávio Dino lançou o plano emergencial da melhoria dos indicadores sociais das cidades menos desenvolvidas do Maranhão. “Eu nem lembro mais quais foram os prefeitos que me apoiaram ou não (risos). Nesse instante não é essa a questão que conta, evidente que temos aliados, que prestigiamos, mas no que se refere à ações administrativas, o governador não leva isso em conta, levamos em conta a situação de cada um dos municípios. Por isso convidamos todos, independente de vinculação e partido”, assegurou na reunião que dispensou partidarização.

Dino apresentou ações de imediata execução. “Nós temos ações emergenciais que serão desempenhadas ainda este ano, relativas a todos aqueles campos que compõem o IDH, em especial educação, saúde e renda. Estamos apresentando hoje a nossa proposta, que são ações imediatas: o combate ao analfabetismo, ações relativas à habitação rural, as famosas casas de taipa e substituição das escolas precárias que vamos substituí-las imediatamente”, garantiu.

As ações serão desenvolvidas a partir da elaboração de um indicativo social pela equipe técnica do Governo do Estado, com o objetivo de mensurar resultados reais. “Estamos propondo que em cada município seja construído um Comitê, o Mais IDH Municipal, para tratar das ações estruturantes de médio e longo prazo. Precisamos ter indicadores confiáveis para que os setores sociais possam acompanhar as ações do Pode Público, constantemente. A primeira parte que já estamos implementando é a da construção de indicadores sociais para já em 2016 termos melhorias”, revelou.

PIB cresce, mas o povo continua pobre

O secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, ressaltou a importância da ação governamental para reverter o desequilíbrio entre a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) e a pobreza da população. “Nós temos um estado que cresceu o PIB e uma população continua pobre. Estamos entre os menores IDH’s do Brasil. Para superar isso é preciso repensar a matriz de desenvolvimento do Estado e elaborar um conjunto de ações iniciais e estruturantes nos municípios de menor IDH e só será possível em um esforço conjunto”, avaliou.

Entre as ações, Francisco Gonçalves destacou algumas, de competência de sua pasta, que são primordiais para que o projeto seja iniciado. “São ações que irão ser iniciadas nos próximos três meses, que têm caráter estruturante e emergencial, como documentar a população, pois se a população não tiver documentada, ela não terá acesso às oportunidades, direitos e benefícios. Nas próximas semanas, os Caminhões da Casa do Cidadão, os antigos Vivas, irão para todos os 10 municípios de menor IDH fazer um grande mutirão”, afirmou.

Um dos apoiadores da ideia, também responsável pela mobilização direta com os municípios maranhenses, presidente da federação dos Municípios Maranhenses (Famem) e prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, elogiou a iniciativa e disse que a Federação defenderá os interesses dos municípios. “Aproveito para destacar e ressaltar a iniciativa do Governo do Estado, no seu primeiro mês de governo, já demonstrando uma gestão participativa”, disse.

Os 30 municípios que apresentaram os piores IDHM:


Fernando Falcão
Marajá do Sena
Jenipapo dos Vieiras
Satubinha
Água Doce do Maranhão
Lagoa Grande do Maranhão
São João do Caru
Santana do Maranhão
Arame
Belágua
Conceição do Lago Açu
Primeira Cruz
Aldeias Altas
Pedro do Rosário
São Raimundo do Doca Bezerra
São Roberto
São João do Sóter
Centro Novo do Maranhão
Itaipava do Grajaú
Santo Amaro do Maranhão
Brejo de Areia
Serrano do Maranhão
Amapá do Maranhão
Araioses
Governador Newton Bello
Cajari
Santa Filomena do Maranhão
Milagres do Maranhão
São Francisco do Maranhão
Afonso Cunha

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Motociclista morre após se chocar em ambulância da SAMU na BR-226


Foto: Divulgação
Um grave acidente envolvendo uma moto Bros de cor azul e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Grajaú tirou a vida do motociclista identificado por Aldair da Silva, 34 anos.

Segundo a Polícia Militar, o motociclista foi desviar de uma carreta e acabou se chocando com a ambulância da SAMU que conduzia uma criança doente para a cidade de Imperatriz.

O acidente ocorreu na BR-226, sentido Porto Franco no início da noite desta segunda-feira (26). A equipe da SAMU foi acionada mais Aldair morreu no local. Os ocupantes da ambulância não sofreram nada.

Com Blog de Olho em Grajaú

“Hospital São Francisco faz papel de Robin Hood para sobreviver”



A declaração é do diretor do Hospital São Francisco de Assis, Aleksander Costa, em entrevista ao Jornal Grajaú de Fato, logo após a reunião com o Governo do Estado do Maranhão em São Luís, para resolver o impasse do fechamento da maternidade. Segundo Aleksander, “o hospital tira dos ricos para dar aos pobres”. Em seguida ele explicou do que se trata. “O que ganhamos com os poucos serviços particulares que temos, revestimos em serviços e manutenção do hospital para atender a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou.

O diretor destacou que todo o dinheiro arrecadado em serviços particulares pelo Hospital São Francisco fica na própria unidade de saúde. “Não temos sócios, não dividimos dinheiro e nem enviamos valores para a Sociedade São Camilo, pelo contrário, é a São Camilo que envia recursos para cá”.

Aleksander comentou ainda que os serviços particulares prestados pelo São Francisco são bem abaixo dos valores de mercado, fato que de acordo com ele leva o hospital a não obter lucro algum. “Uma cesária em Imperatriz custa R$ 10 mil no Hospital São Rafael, aqui nós fazemos por R$ 2 mil no máximo R$ 2,5 mil que é só para cobrir os custos mesmo do hospital que é só para manter os enfermeiros, pagar energia elétrica, os medicamentos. Aqui é uma instituição que não vemos lucro e o fazemos apenas para continuar sobrevivendo”.

Plano operativo sem maternidade
Uma das propostas do secretário de saúde do município, Marquinho Jorge, de acordo com Aleksander, foi assinar o plano operativo sem a maternidade. A proposta não foi aceita pelo Hospital São Francisco. Isso significaria o fim dos serviços obstetrícios de comum acordo com a Prefeitura. “Eu não ia assinar um plano operativo sem a maternidade, porque esse serviço é também uma parte do hospital, é cultural, está há vários anos aqui, muitas pessoas nasceram nesse hospital. Faz parte da história de Grajaú e da região”, justificou a decisão.

A reportagem também questionou o diretor sobre as declarações do secretário municipal de Desenvolvimento Rural, Aquicultura e Pesca de Grajaú, Antônio Carlos Araújo de Almeida, sobre a produção do mês de dezembro do Hospital São Francisco. No perfil do Grajaú de Fato no Facebook, Antônio Carlos disse que o hospital teria produzido R$ 128 mil em dezembro e recebeu o repasse da Prefeitura Municipal no valor de R$ 242 mil. Em sua fala, o secretário pediu para o hospital mostrar a sua produção.

Aleksander explicou como funciona o contrato do HSF pelo SUS. “Nosso contrato não é de produção. As entidades filantrópicas têm metas físicas, quantitativas e qualitativas. Se não produzirmos algumas metas de qualidade, como por exemplo, cuidados com infecção hospitalar, taxa de cesarianas, eles podem cortar o recurso. O valor é fixo e está no contrato bem especificado. Não pode mexer no valor. Só se mexe se não atingimos as metas, mas nós temos atingido todas as metas”.
Sobre dezembro, ele explicou. “Dezembro é um mês parado. Tem Natal, Ano Novo, as pessoas viajam, os médicos viajam e claro que a produção cai nesse período. Semana de Natal e Ano Novo só vai ao hospital quem realmente precisa de uma emergência. Façam uma pesquisa e averiguem que nos três hospitais de Grajaú houve queda de produção”.

Rede Cegonha
Ainda questionamos Aleksander sobre o programa Rede Cegonha do Governo Federal que não existe no Maranhão. Trata-se de uma estratégia do Ministério da Saúde que vista implementar uma rede de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, como pré-natal, parto e nascimento, atenção integral à saúde da criança e sistema logístico como transporte sanitário e regulação.

O programa nunca recebeu atenção do Governo do Estado em gestões passadas. Nenhum hospital do Maranhão está habilitado a receber os serviços. O Hospital São Francisco enviou o projeto em 2012 a Brasília, mas não foi incluído. Aleksander acredita que agora o projeto pode se tornar uma realidade no Estado. “Para funcionar os três entes, municipal, estadual e federal precisam caminhar juntos, infelizmente a Rede Cegonha que é um recurso federal não era de interesse da Roseana Sarney, mas agora pode dar certo com o interesse do novo governo”.

Sampaio Correa conquista Super Copa Maranhão e R$ 100 mil


 
Válber desviou para as redes e marcou o gol do titulo (Foto: Elias Auê)

O Sampaio Correa conquistou o seu primeiro título do ano. Após derrotar o Náutico na noite deste domingo (25) o boliviano conquistou a Super Copa Maranhão. Quatro grandes clubes nordestinos participaram da competição que foi o “ponta-pé-inicial” de outros eventos como a Copa do Nordeste e Campeonatos Estaduais. O único gol da partida foi marcado por Válber, logo no primeiro tempo de jogo. Com o título, o tubarão conquistou o prêmio de R$ 100 mil. A equipe pernambucana, por sua vez, levou R$ 80 mil.

“É importante um título logo no início do ano. Dá confiança para o nosso time entrar bem nas competições. Sabemos que ainda não estamos no nível ideal, mas agora é trabalhar já pensando na estreia do Campeonato Maranhense. Nosso time tem qualidade e temos que entrar respeitando a camisa do Sampaio e disputando títulos”, destacou o meia Válber, autor do gol na partida.

Válber se movimentou bastante e deu trabalho à defesa do Náutico (Foto: Elias Auê)

Colombiana desbanca Miss EUA e conquista Miss Universo. Jamaicana provoca vaias



Vencedora do Miss Universo 2014, colombiana Paulina Vega
A colombiana Paulina Vega desbancou a representante dos Estados Unidos e venceu o Miss Universo 2014, realizado em Doral, Miami. A jamaicana Kaci Fennell, favorita da plateia, ficou em quinto lugar e provocou muitas vaias quando seu nome foi anunciado nesta colocação. Em terceiro lugar ficou a Miss Ucrânia e em quarto, Holanda.

A brasileira Melissa Gurgel ficou entre as 15 finalistas do concurso, mas não passou à segunda seleção, que diminuiu as eleitas para 10. Assim como Melissa, também ficaram para trás nesta fase as representantes de França, Indonésia, Itália e Índia.

Entre as dez que não passaram para a última fase estavam as misses Filipinas, Austrália, Espanha, Argentina e Venezuela.

O título de Miss Simpatia foi para a Miss Nigéria, e o de Miss Fotogenia, para a Miss Porto Rico.

Miss Brasil 2014, cearense Melissa Gurgel, ficou entre as 15 colocadas


Jamaicana, Kaci Fennel ficou em 5º. Público não gostou




MEC divulga hoje resultado do Sisu



O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (26) o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) na página do programa. Os candidatos selecionados devem procurar a instituição de ensino para fazer a matrícula nos dias 30 de janeiro, 2 e 3 de fevereiro.

Neste ano, haverá apenas uma chamada. Os candidatos que não foram selecionados poderão participar da lista de espera, também a partir de hoje, na página do Sisu. O prazo para que isso seja feito é até o dia 6 de fevereiro. O estudante somente poderá manifestar interesse na lista de espera para o curso correspondente à primeira opção.

Os candidatos em lista de espera deverão procurar as instituições de ensino a partir do dia 11 de fevereiro para acompanhar o processo de seleção.

O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. Para concorrer, é preciso ter feito o Enem em 2014 e não ter tirado 0 na redação. Nesta primeira edição de 2015, o Sisu oferece 205.514 vagas em 5.631 cursos em 128 instituições.

Até as 21h de quinta-feira (22) – as inscrições terminaram às 23h59 –, 2.772.175 haviam se inscrito no processo seletivo. Em 2014, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem.